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terça-feira, 28 de abril de 2020

Dois discos: Djonga e Cícero


Djonga - "Histórias da Minha Área"

De uma nova geração de rappers, Djonga logo conquistou um público bem fiel por conta de suas letras bem afiadas com muitas boas ideias na construção instrumental da narrativa das histórias. "Histórias da Minha Área" é curto, mas faz muito barulho com menos de 35 minutos de duração. O quarto trabalho de estúdio consegue sintetizar muito bem o que ele evoluiu nos últimos anos e como ele consegue fazer mais com muito mais recursos do que no início da carreira, apesar de um ou outro deslize. Djonga tem o dom de conseguir contar histórias, e isso na música é um dom que leva qualquer cantor muito longe.

Avaliação: muito bom

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Cícero - "Cosmo"

Cícero explodiu no mundo indie com "Canções de Apartamento" (2011) e, desde então, parece apenas fazer a mesma coisa com ligeiras mudanças. Sem lançar um disco de inéditas solo desde a "A Praia" (2015), ele retorna com "Cosmo" para continuar fazendo o mesmo tipo de música. Ligeiramente melhor do que o anterior, ele parece reencontrar o ritmo do primeiro álbum que encantou a todos. Não é um álbum inesquecível, mas, de maneira geral, é satisfatório.

Avaliação: bom

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