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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Cinemadas, por Júlia Mariano: Os maiores erros da academia

Continuando no clima do Oscar, que acontece no dia 24 de fevereiro, decidi fazer uma lista das maiores besteira da Academia. Vou acabar arrumando briga com alguém? Sim.

Quem-quer-ser-um-milionário

Como Era Verde Meu Vale (John Ford) – O filme está longe de ser ruim, mas tinha certo Cidadão Kane (Orson Welles) no mesmo ano. Enquanto o filme de Welles figura entre os melhores da história há anos, o filme de Ford é frequentemente esquecido pelo público.

Chicago (Rob Marshall) – Apesar do meu problema com musical, Chicago não é ruim. Roteiro interessante, elenco inspirado, apesar de ser um pouco sofrível ouvir a Renée Zellweger cantando. Mas O Pianista (Roman Polanski) tem um valor emocional e histórico bem maior.

Quem Quer Ser Milionário – Extremamente fraco. Qualquer um dos outros quatro indicados (Milk, O Leitor, Frost/Nixon e O Curioso Caso de Benjamin Button) mereciam mais do que essa produção. Acho que o filme só serviu para o Danny Boyle aprender uns passos de dança e dirigir a abertura da Olimpíada de Londres.

Crash: No Limite – Você tem uma lista com Munique (Steven Spielberg), Boa Noite, Boa Sorte (George Clooney), Capote (Bennett Miller), O Segredo de Brokeback Mountain (Ang Lee), mas escolhe Crash, o filme mais fraco da lista.

Shakespeare Apaixonado –  É Sessão da Tarde perto de O Resgate do Soldado Ryan.

Titanic – Não sei se gosto de viver em um mundo onde consideram Titanic melhor do que Gênio Indomável...

Júlia Mariano é crítica de cinema, são-paulina e adora ir ao McDonalds. Ela vai escrever toda terça, ou quando der, neste espaço. No Twittter: @diaba