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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Resenha: Emeli Sandé – Long Live the Angels


Cantora lançou o segundo disco de estúdio há pouco mais de um mês

O disco começa bem com o bom arranjo de "Selah" e nas tocantes "Breathing Underwater" e "Happen". A temática segue interessante até chegar em "Give Me Something", acústica e boa para destacar a voz da cantora. A partir da segunda metade, o ritmo se perde com a mistura de elementos do hip-hop e da música eletrônica - presentes em "I'd Rather Not", "Lonely" e em outras faixas. O problema não está em usá-los, mas em saber usar. Outra coisa que atrapalha é a duração - quase uma hora é muito tempo, desperdiçado por ter pouca coerência. O trabalho acaba ficando cansativo e sem graça depois das seis primeiras canções e "Sweet Architect", que são boas. Mas um disco precisa se sustentar por inteiro. Ao soar uma mistura de U2 com Alicia Keys, acaba perdendo ritmo. Há o talento, porém faltou tato na hora de cortar algumas faixas.

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Tracklist:

1 - "Selah"
2 - "Breathing Underwater"
3 - "Happen"
4 - "Hurts"
5 - "Give Me Something"
6 - "Right Now"
7 - "Shakes"
8 - "Garden" (featuring Jay Electronica and Áine Zion)
9 - "I'd Rather Not"
10 - "Lonely"
11 - "Sweet Architect"
12 - "Tenderly" (featuring Joel Sandé and The Serenje Choir)
13 - "Every Single Little Piece"
14 - "Highs & Lows"
15 - "Babe"

Nota: 2/5



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