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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Dez discos que completam 35 anos em 2016


Há 35 anos, a MTV fazia sua estreia nos Estados Unidos

Assim como a MTV nos Estados Unidos, todos esses discos fizeram sua estreia nas paradas em 1981. Como sempre, foi uma escolha baseada na importância e relevância. Também como sempre, alguns discos ficam de fora. Então, deixa nos comentários os álbuns que faltaram. Vamos trocar uma ideia.


I Love Rock 'n Roll, de Joan Jett and The Blackhearts

Embalado pelo single do disco anterior, "Bad Reputation", a carreira de Joan Jeff ganhava uma luz depois do fim do Runaways. O cover da faixa-título, originalmente gravada pelos Arrows em 1975, foi um estouro. Até hoje, é o maior sucesso comercial da guitarrista, recentemente colocada como integrante do Hall da Fama do Rock.


Pleasant Dreams, dos Ramones

Depois de gravarem com Phil Spector, os Ramones queriam voltar ao básico. Em meio às brigas entre Joey e Johnny Ramone, a faixa "The KKK Took My Baby Away"  virou um sucesso - ela é sobre como Johnny, um conservador, tomou a namorada de Joey e casou com ela.

Sandinista!, do Clash

Explorando mais sonoridades musicais, longe do punk do primeiro disco, o Clash pegou todo tipo de influência e colocou no quarto disco de estúdio, um LP triplo com 36 músicas. O nome é uma homenagem ao partido nicaragüense de esquerda Frente Sandinista de Libertação Nacional.

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Faith, do Cure

Desse álbum, saiu o clássico "Primary". Mas mais do que uma música, o terceiro trabalho do Cure mostrava como o pós-punk estava criando raízes e aumentando seu espaço entre os jovens.


Another Ticket, de Eric Clapton

Pouco reconhecido por público e crítica, o o sétimo disco de estúdio de Eric Clapton foi o reencontro dele com uma música mais popular ao tocar em um tema pesado como a morte.


October, do U2

Ainda uma banda pós-punk, o U2 começava a flertar com as grandes canções. "Gloria", "Fire" e "October" são fundamentais para entender os passos seguintes do grupo irlandês ao longo dos anos 1980 e até o início dos anos 1990.


Tattoo You, dos Rolling Stones

Até mesmo os Rolling Stones precisavam ser apresentados a uma nova geração. Tattoo You serviu para isso e, aliado com o início das turnês em grandes arenas, a banda inglesa virou essa máquina de ganhar dinheiro até os dias atuais.


Diary of a Madman, de Ozzy Osbourne

Feito para aproveitar o bom momento da carreira solo de Ozzy, esse segundo álbum fora do Black Sabbath consolidou o cantor como um dos ícones do metal. E, ao longo da década, ele ficaria maior do que sua banda de origem.


Duran Duran, do Duran Duran

As canções grudentas do Duran Duran foram um estouro no início dos anos 1980 no Reino Unido. O primeiro disco fez imenso sucesso por lá, mas só foi embalar nos Estados Unidos na esteira do lançamento do segundo - Rio - no ano seguinte.


Movement, do New Order

Pouco depois da morte de Ian Curtis e o fim do Joy Division, os membros restantes fundaram o New Order. A antiga banda já flertava com o eletrônico ao estilo Kraftwerk, então manter a sonoridade seria o ideal. Era o primeiro de dez álbuns de estúdio.

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