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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Álbuns de estúdio: The Police


Formado por Sting, Andy Summers e Stewart Copeland, o Police não durou uma década, mas conseguiu ser uma das bandas mais importantes da new wave – movimento de novas bandas que surgiram entre o final dos anos 1970 e início dos anos 1980. As crises internas acabaram com o trio (um retorno aconteceu em 2008 para comemorar os 30 anos do grupo) que conseguiu dar uma revigorada na música


Outlandos d'Amour (1978)

Uma estreia absurda, uma das melhores dos anos 1970. O Police foi colocado no bolo da new wave, mas havia mais muito mais do que isso no trio. Outlandos d'Amour mostra o som característico deles: a mistura entre guitarras e reggae, algo que ninguém havia feito como eles fizeram. Os clássicos “Next to You”, “So Lonely”, “Roxanne”, “Hole in My Life” e “Can't Stand Losing You” estão nesse primeiro disco, mostrando que a banda não nasceu para ser pequena.

Nota: 4,5/5

Reggatta de Blanc (1979)

Talvez o segundo maior single da história do Police esteja neste segundo disco do trio, com "Message in a Bottle" abrindo os trabalhos e mostrando como eles conseguiram aprimorar a fusão entre rock e reggae feita um ano e meio antes. A instrumental "Reggatta de Blanc" é outra que está entre as mais populares deles, assim como "Walking on the Moon", que abre o lado B. No geral, o trabalho está um abaixo do anterior, mas serviu para consolidar o grupo no mainstream – aqui eles conseguiram o primeiro top-10 da carreira.

Nota: 3,5/5



Zenyatta Mondatta (1980)

Mesmo com apenas dois singles, Zenyatta Mondatta mostra-se um disco equilibrado e bastante coeso. Arriscando mais, o Police conseguiu provar que poderia se enveredar por outros ritmos e outros estilos, e que poderia tocar em temas políticos em “Drive to Tears” e “Bombs Away”. "Don't Stand So Close to Me" e "De Do Do Do, De Da Da Da" são as canções mais parecidas com os álbuns anteriores. Até por isso foram os grandes sucessos deles.

Nota: 4/5



Ghost in the Machine (1981)

Antes de qualquer coisa: esse é o primeiro disco com título em inglês do Police, e foi inspirado no livro de mesmo nome escrito por Arthur Koestler – esse período da banda bateu com o interesse de Sting em psicologia, psiquiatria e similares. O disco é bem mais sombrio do que os outros e "Spirits in the Material World" e "Invisible Sun" mostram bem isso, mas o single animado é "Every Little Thing She Does Is Magic". Aqui a banda estava atingindo seu pico técnico e criativo, porém também estava atingido o limite entre emocional entre eles.

Nota: 4/5


Synchronicity (1983)

Synchronicity foi o primeiro a bater Thriller, de Michael Jackson, das paradas nos Estados Unidos, puxado pelo maior sucesso deles: “Every Breath You Take”. No Reino Unido, o último álbum de estúdio do Police foi para o primeiro desde o lançamento. Seis meses depois, o trabalho levaria prêmios de Melhor Álbum de Rock e Melhor Performance de Rock e Pop no Grammy, dominando a premiação. Apesar das brigas e da confusão durante as gravações o trabalho é, até hoje, o disco mais vendido do Police. Depois da turnê, o grupo implodiria de vez e encerraria sua trajetória na música, mas deixaria uma marca incomparável no quesito mistura de ritmos e influência.

Nota: 5/5

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