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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Dez resenhas curtas de discos #7

Cinco resenhas de discos internacionais, cinco de discos nacionais


A Day To Remember – Bad Vibrations

O novo registro do A Day To Remember é, dentro da proposta que a banda apresenta, é interessante. Talvez não dure muito tempo na cabeça dos fãs, mas é suficiente para hoje.

Nota: 3/5


Against Me! – Shape Shift With Me

O potencial da cantora Laura Jane Grace é mostrado nesse novo registro da banda. De letras fortes e intensas, ela consegue colocar para fora muitos sentimentos e conquista cada vez mais voz.

Nota: 3/5


Solange – A Seat At The Table

Foi uma ótima surpresa ao ouvir o novo disco de Solange e perceber algumas das referências musicais do trabalho. Tem pop à la Elton John, tem um pop mais moderno, tem hip-hop, reggae... É desses álbuns bem interessantes.

Nota: 3,5/5


Avenged Sevenfold – The Stage

É muito interessante perceber o amadurecimento do Avenged Sevenfold como banda. De um dos ícones do emo, eles conseguiram entrar no fechado mundo do heavy metal e ter certo sucesso. Talvez, esse novo registro seja o auge deles.

Nota: 3,5/5


The Weeknd – Starboy

É bem cansativo esse novo disco do The Weeknd, sendo "A Lonely Night" a única faixa que realmente chama a atenção por não ser uma repetição de elementos usados em todo trabalho. Nem as participações salvam esse disco cheio de 'hype', mas com pouca qualidade em seu material.

Nota: 2/5



Vitor Araújo – Levaguiã Terê

Um disco instrumental com a proposta de Levaguiã Terê é sempre muito bom de se ouvir. Os belos arranjos e conexão entre os instrumentos transformam a experiência musical de ouvir um trabalho assim na melhor possível. Um achado de 2016 nesse início de ano.

Nota: 4,5/5


DeFalla – Monstro

Tem bastante mistura nesse disco, o que é interessante. Mas a duração, quase uma hora, incomodou um pouco. Dava para ter tirado uma ou duas canções e fazer algo mais enxuto. No geral, um bom registro.

Nota: 3/5


Ed Motta – Perpetual Gateways

Ainda que seja muito subestimado no Brasil por passar a impressão de ser melhor do que todo mundo por mostrar um lado culto, Ed Motta entrega um bom disco mais uma vez. Desde que optou pelo AOR, ele não decepciona.

Nota: 3,5/5


João Donato – Donato Elétrico

João Donato parece não se perder nunca. Em seu mais novo trabalho, ele mostra que está mais em forma do que nunca. As nuances e arranjos são dois pontos fundamentais para entender esse registro essencialmente instrumental.

Nota: 3,5/5


Serena Assumpção – Ascensão

O disco póstumo de Serena Assumpção foi o encerramento ideal para a carreira. O trabalho soa um encontro da cantora com os orixás antes de partir, uma última oração antes de deixar esse plano. Bonito e tocante podem resumi-lo muito bem.

Nota: 4/5

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