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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Neil Young, 70


É impossível descrever a música de Neil Young, tão desnudada e estudada nos últimos 40 anos. Ele mesmo já fez de tudo um pouco em estúdio, seja "Harvest Moon" “Rockin' In The Free World”, "Tonight's the Night" ou "On the Beach". Seja pegando a guitarra ou o violão, seja defendendo uma causa ou alguma coisa, seja no Buffalo Springfield ou no Crosby Stills Nash and Young.

Aos 70 anos, ele continua na ativa, errando ou acertando. E não só continua, como ainda se dá ao luxo de fazer a diferença em certas coisas – como protestar contra as grandes corporações ou ser dono do Pono, esse por não aguentar mais ouvir música em baixa qualidade. Ele pode ter inúmeros defeitos, mas ainda tenta fazer a diferença em um mundo em que a cultura do eu está cada vez mais dentro do momento atual da sociedade.

É difícil pegar um disco específico dele para indicar aos iniciantes, então um recorte do período mais criativo, os anos 1970, recomendo After the Gold Rush (1970), Harvest (1972), Time Fades Away (1973), On the Beach (1974), Tonight's the Night (1975) e Rust Never Sleeps (1979). Não são muitos discos, é apenas o básico de um homem que ultrapassou fronteiras na música com suas fortes e tocantes letras. Também recomendo ler Neil Young – A Autobiografia (R$ 29, Globo Livros, 408 págs), um relato de seus principais momentos em forma de diário não linear.

Como falam hoje na internet, não é para só ouvir, mas é sentir a música de Young. Se você nunca teve tempo de ouvi-lo, talvez hoje seja o dia certo. Se não é um novato, que tal limpar a poeira dos discos e ouvir alguma coisa? Coloquem nos comentários qual música você ouvirá hoje. Será legal saber qual é a favorita do pessoal que acompanha o blog.



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